Como diriam os METZ: não há tempo para tretas

Andar de skate não pode ser assim tão difícil. A questão do equilíbrio já nós a resolvemos há muito, quando decidimos andar em duas patas em vez de quatro. E o detalhe das rodas não é mais que isso, um pormenor. Assim sendo, é só trabalhar as manobras e o estilo em cima da tábua. Isso de saltar passeios e deslizar sobre um corrimão de escada fica para depois, um logo-se-vê sobre o qual não há que ter pressa.

Na essência, é como ter uma banda e tocar ao vivo. É como fazer rock’n’roll. É “natural, excitante e físico”, dizem os METZ, três canadianos de óptimo feitio, que fazem tudo para suar durante uma hora só porque sim. O mais próximo que há, por estes dias, de uns Nirvana dos tempos de In Utero, apanhados quase em directo nas gravações, sem tempo para tretas. O que interessa é que o baixo vá com a bateria a toda a parte, quanto mais alto melhor. A guitarra e a voz lá se desenrascam pelo caminho, nada de preocupações.

Como a história do skate, lá está. Só falta é que apareça alguém para ensinar o bê-á-bá inicial (e para resolver esta crise de pré-meia idade). Sem os acordes básicos ninguém lá vai:

[vimeo http://vimeo.com/68859071]
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