Blur, churrasco e doce da casa

É como uma daquelas cartas de restaurante em que tudo é bom, em que tudo é grelhados e o lume é feito com arte: o piano, a entremeada, a febra, um porco inteiro, vá, e depois ainda há quem lá espete com uns chocos em cima da brasa que é para não haver só animais terrestres no plano da refeição. Ou então é como uma montra de sobremesas mas onde existe apenas doce da casa, em quantidades raras, coisa nunca vista em boteco algum. Mas o doce da casa, diz-nos a história do açúcar pós-refeição, é a decisão certa, escolha garantida, valor seguro, sabemos ao que vamos e aquela bolacha nunca nos vais desiludir. Na verdade, só podemos ser surpreendidos pela positiva. É mais ou menos por aí que se passeia o alinhamento que os Blur apresentaram no Primavera Sound de Barcelona, que ameaça repetir-se quando na sexta-feira chegarem ao mesmo festival mas no Porto. Está aqui para consulta e tem o velho e o novo mais os clássicos e os obrigatórios e “The Universal” quase a terminar, para que toda a gente fique a acreditar que o mundo é lindo e outras maravilhas que tais:

Girls & Boys
Popscene
There’s No Other Way
Beetlebum
Out of Time
Trimm Trabb
Caramel
Coffee & TV
Tender
Country House
Parklife
End of a Century
This is a Low
Under The Westway
For Tomorrow
The Universal
Song 2

É preciso ver isto acontecer. Que esta ementa vai voltar a ser servida ninguém sabe.

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