JP Simões, ‘Roma’: As melhores ruas são as da amargura

romaRoma é o cancioneiro boémio, é o “amanhã logo se vê” com a banda sonora ideal. Mas feito com o cuidado que só as pessoas que pensam no resultado final podem conseguir obter. É uma contradição, pois é, mas e então? Põe-se o disco a tocar e está feito, basta de explicações. É ouvir de copo na mão, dá para sambar ou para tentar curar a ressaca, escolhe-se no momento. Em português, italiano ou francês, sempre com o sotaque perfeito, porque as canções, como vieram ao mundo, não são de ninguém, são de quem as apanhar. Uma guitarra dá o tom e o tempo, os arranjos que vêm depois nunca se sobrepõem, nunca. Sabem todos a coreografia, mesmo que só se tenham cruzado naquele momento. Gente que nasceu para fazer boas canções, que não sabe mais nada, dá nisto. Sorte a nossa.

Aviso: hoje há vilanagem no Lux com JP Simões.

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