Vampire Weekend, “Modern Vampires of the City”: O tempo não ameaça passar por eles

36ba29ef7790355cf26e2fd915341f28Três discos no saco e os Vampire Weekend continuam a parecer a banda com a personalidade mais abrilhantada dos nossos dias. A camisa menos vincada do nosso armário, a peça de porcelana mais polida do serviço, o livro mais atraente da prateleira (inserir mais metáforas desinspiradas aqui). E toda esta vontade de marcar o discurso urbano, cínico e de referências que passa a correr não vem sem a propensão para as influências sonoras que nunca são fáceis de prever – e aqui teimam em andar à solta outra vez. Em “Hannah Hunt”, Ezra Koenig diz que “eu e tu temos a nossa própria noção do tempo” e com os Vampire Weekend as coisas funcionam sempre nesse modo. “Ya Hey”, o primeiro single, é coisa para ser ouvida uma vez, duas, e parecer que é um tema que anda connosco há anos e anos. E se há algo a apontar a este disco é só isso. Vamos ouvi-lo tantas vezes que se vai tornar mais ícone que outra coisa. Mas bom não vai deixar de ser.

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