David Bowie, ‘The Next Day’: Como manter os amigos e não alienar as pessoas

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A distância é uma coisa tramada. E nos últimos dez anos o que tivemos foi essencialmente uma relação à distância com David Bowie, com a ameaça das botas penduradas que foi pairando desde 2003, com o largamente esquecível “Reality”. E a realidade também é tramada. Mas isto é só uma nota. “The Next Day” é quase tudo o que podíamos esperar no regresso de quem foi especial para nós durante tanto tempo, mas se tem afastado num passado recente. É como o sexo após uma longa ausência. Tem o dom de parecer o melhor de sempre. Não é, mas parece, e isso é o que importa aqui. O primeiro impacto com o 24.o disco de Bowie faz com que pareça tão bom ou melhor que “Low”, “Ziggy Stardust” ou “Station to Station”. E muito disso tem a ver com um regresso sábio e cheio de graça de Bowie, que quase sem esforço dominou o espectro musical dos últimos meses. E porque, apesar dos momentos que sabem a autotributo, é um disco do caraças.

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