Tim Maia, coisa fina

Claro que a soul é brasileira. Por lá tem calor e romance, rebolation e noites que dão em dias que dão em noites. Numa frase, quase todos os ingredientes obrigatórios para o género. Isso e a vontade de fazer a diferença a partir da rua – a “diferença” aqui surge na forma de “o amor [quanto mais suado melhor] resolve tudo” e afins. Mais o gozo, tudo a caminhar para aí. Escutava-se isso nas canções, não era preciso conhecer o homem, mas quem é funk-soul-brother assim só o é porque fora dos discos não sabe ser de outra forma – que ele há músicas que exigem compromisso ou nada feito. Recordar Tim Maia, com o carimbo da Luaka Bop, é coisa fina.

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