Blur, ‘Parklive’: Isto pode muito bem voltar a acontecer (ou não)

Os reunidos Blur terminaram o concerto do último domingo no Hyde Park, em Londres, com “The Universal”, uma das melhores canções pop dos anos 90 (alguém disse “a melhor”? tudo bem, sem problema). E deste lado ficou a miséria de não saber se foi um adeus seco sem volta a dar ou um “calma que isto volta a acontecer”. Dois dias depois, a gravação do espectáculo estava à venda no iTunes, maravilha das maravilhas para quem não viu a luz e desejou a desgraça dolorosa a quem lá esteve. 25 canções, 123 minutos e uma banda de pais de família que não sabem ser outra coisa que não pós-adolescentes de olhos postos na rua e suas desventuras. Canções de génio numa actuação tão perfeita quanto desengomada, a britannia a ser cool outra vez, como nunca pensámos que voltasse a acontecer. E, de novo, “The Universal” no final do disco, a repetir a frase “It really could happen”, ou “pode bem acontecer”. Parem com isso, não brinquem connosco.

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