Feromona, ‘Aquelas Três’: uma história em três pequenas partes

São só três partidas de verso-refrão-verso mas tocam em repeat e não se perde nada sem se joga ao dia da marmota no meio deste processo. Um trio de canções que aguenta estar sozinho no mundo. “Sábado à Tarde”, “1991” e “Che Guevara Eunuco” nasceram porque sim, daí que serem reveladas sem mais companhia acontece pela mesma razão: porque toda a gente merece estar no meio deste triângulo amoroso, de garagem com garagem e mais uma garagem pelo caminho. Anos 90 à séria, com a Feira da Ladra e o “Ruptura Explosiva” no meio das memórias, com guitarras de flanela e cabelos desgrenhados; mas actual como o raio no nervo daquilo que se canta, nas letras de café, imediatas mas longe de perdidas, nada surge por acaso. “Aquelas Três” é um EP e um exemplo de economia criativa. A canção é um ser que reclama por atenção e não precisa de um disco de corpo adulto para se fazer notar.

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