“Três Pistas”: impressões 1

Clã, “Golden Skans”: Com a perfeita noção do que é fazer pop seguindo os dogmas do género mas sem deixar de ser contemporâneo até ao tutano. Há coisas que não se fazem só por querer, é preciso saber, e esta gente sabe da poda como poucos.

Notwist, “Where is My Mind”: Pelo meio de delírios juvenis, de adolescências feitas à beira-rádio, descobrem-se boas lições de quem sabe ser o mesmo sem ser igual, agradável e até mais do que isso.

Peixe-Avião: Curiosos apaixonados pelas potencialidades do estúdio e por tudo o que é trabalho de casa. Com a noção perfeita do essencial nas leis da canção, nas suas ou nos frutos de outros menos óbvios, como os Delfins que citam em “Só Eu Te Posso Ajudar”.

Tiago Guillul, “A Glória do Mundo”: Para percebermos o que é isso de apropriação, da música enquanto entidade popular, património imaterial, que sabe de facto o que é passar entre gerações.

o segundo volume da colectânea Três Pistas, coordenada por Henrique Amaro, já está à venda
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